sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Ninguém é uma ilha


Ninguém é uma ilha

Letícia Thompson

Colhemos o que plantamos. Precisamos estar conscientes que tudo o que fazemos tem uma repercursão um dia ou outro. 



Mas colhemos também o que não plantamos. Como estamos nessa terra imensa que gira, gira e sempre volta ao mesmo lugar, colhemos o que plantam outras pessoas, feliz e infelizmente. 



Colhemos o que plantam nossos filhos, pais, amigos... e a sociedade de forma geral. Todos os caminhos que escolhemos geram mudanças nas vidas de outras pessoas e vice-versa. 



Se fôssemos uma ilha, tudo estaria centrado em nós. Teríamos o mundo em volta e sobreviveríamos. Mas não... não somos uma ilha e precisamos uns dos outros. 



Uma ilha, por mais bela que seja, isolada no meio de um oceano, sem dar e sem receber, não passa de uma ilha solitária. 



Não podemos viver sós, a sós, só pensar em nós. Não fomos feitos pra isso. Precisamos de amor, compreensão, do dar e receber, de mãos estendidas e precisamos compartilhar. 



O convívio com outras pessoas é enriquecedor e acontece de ser também cheio de desapontamentos, o que nos faz crer que seria melhor evitar relacionamentos. 



Muitas vezes é justamente quando alguma coisa dói em nós que nos sentimos vivos. Percebemos que ainda temos sensibilidade, emoções que se afloram e nos fazem até chorar, mas são elas que dão sentido à nossa vida. 



Precisamos sentir a vida e os corações que pulsam dentro dela, provar do amargo e do doce e ter a certeza de não estarmos sós. 



A solidariedade é a ponte que vai nos ligando uns aos outros, como uma grande corrente onde mãos se tocam e se sustentam e dizem ao mesmo tempo: "preciso de você" e "pode contar comigo." 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Usar óculos aumenta chanse de conseguir emprego

           Não é à toa que quando os quadrinhos deram vida e rosto ao Super-homem fizeram seu alterego Clark Kent usar um par de óculos. Segundo um estudo do The College of Optometrists, de Londres, na Inglaterra, as lentes conferem mesmo poderes especiais a quem as usa – pelo menos em uma entrevista de emprego.
            Entre os 2.000 britânicos entrevistados, 43% disseram considerar que pessoas de óculos aparentam mais inteligência, enquanto 36% alegaram que elas parecem mais profissionais. E mais: 40% deles afirmaram que topariam usar um óculos sem grau só para fins de estilo.
            Olhando esses números, ficou fácil concluir que as chances de cruzar um empregador que pensa da mesma forma são grandes.
conclusão/resultado:As pessoas associam os óculos a profissionalismo e inteligência. Por isso, usar óculos pode aumentar as chances de um candidato em uma entrevista de emprego.

domingo, 16 de janeiro de 2011

O que é o sentido da vida?


sentido da vida constitui um questionamento filosófico a cerca do propósito e significado da existência humana. Segundo P. Tiedemann, ela demarca então a "interpretação do relacionamento entre o ser humano e seu mundo".

Há uma quantidade inumerável de possíveis respostas para "o sentido da vida", frequentemente relacionadas a convicções religiosas ou filosóficas. Opiniões sobre o sentido da vida podem por si próprias se distinguir de pessoa para pessoa, bem como também podem variar no decorrer da vida de cada ser humano. No entanto, de uma forma mais ampla, não existe consenso sobre tal.

Concebo, por enquanto, três respostas fundamentais:

1. O sentido da vida é a morte.

2. O sentido da vida é viver e se reproduzir.

3. O sentido da vida é uma construção eminentemente individual.

Por sentido pode-se entender direção específica, significação ou finalidade.
No primeiro caso podemos assim traduzir: qual é a direção para a qual a vida ruma, seu destino? Para onde vai esta vida? Neste caso a resposta mais concreta e simples é espantosa, porém, verdadeira (mesmo que em parte): o sentido da vida é a morte. Esta é a direção ou destino concreto de todo e qualquer ser vivo.

Contudo, o senso comum geralmente está perguntando por uma outra coisa. É mais ou menos a indagação de Paul Gauguin, a qual é o título de um de seus quadros, de 1897: "De onde viemos? O que somos? Para onde vamos?”. Ou seja: qual é a função, a finalidade da vida? Por que e para que estamos aqui?

Em termos biológicos, é a resposta de número dois, a qual dei acima: o sentido da vida é viver, autopreservar-se, manter-se vivo, e se reproduzir, gerar descendentes. Uma compreensão hedonista ainda acrescentaria: o sentido da vida é o prazer. Tudo o que fazemos é em busca de prazer e em fuga da dor, do sofrimento. Mesmo nossos maiores sacrifícios teriam como meta última, seja real ou fantasiada, uma situação mais confortável, a satisfação de algum desejo ou impulso.

Contudo, estes sentidos universais, impostos pela biologia, não costumam satisfazer o sanguinário anseio metafísico das massas. As pessoas, de um modo geral, estão perguntando se há uma missão, um plano programado para nossa estadia nesta parca e frágil existência. E não querem ouvir uma resposta que seja negativa. Dizer que não há sentido algum para a vida, neste caso, é ofensa mortal.

Em termos racionais não é possível dizer que existe uma finalidade predeterminada intencionalmente para a vida de todas as pessoas. As pessoas que acreditam nesta tese, porém, insistem: “Não é possível. Não estamos aqui por acaso. Deve existir uma razão, um motivo”. Encontrar o motivo seria encontrar a causa, e esta não é certamente uma só. Nossa existência é um somatório de inúmeras e pequenas causas.

Com certeza, não estamos aqui por acaso: alguns fatores agiram como causa. Mas, e o acaso, não é justamente isso: um somatório de inúmeras e pequenas causas, ao ponto de já não podermos determinar o que ocorrerá? Um lançamento de dados é o exemplo clássico: determinar com precisão que número sairá é impossível. Pois não há uma única causa. São inúmeras e incontroláveis. Só para citar algumas: a força com que se arremessa os dados, a aspereza da superfície de contato, a altura do arremesso, a posição do dado nas mãos, a posição em que cairá, etc. Se pudermos controlar já não é acaso. A predeterminação, neste caso, é sempre uma probabilidade.


Mas o grande problema é saber aceitar esta impotência fundamental, coisa que a maioria das pessoas não é capaz: não podemos controlar, não podemos, nem nunca poderemos saber precisamente o que produz o que para que nossa vida tenha surgido tal como ela é. Ou seja, o acaso existe. E o grande drama é que ele não nega que tudo tem causa. Ele nega que podemos controlar as causas e produzir exatamente o que desejamos, ou descobrir uma finalidade transcendental e única para vida humana. Se não é possível saber precisamente porque estamos aqui, “de onde viemos”, pois não há uma única causa, também não podemos saber qual é a finalidade de nossa existência.
E é exatamente isso que deixa as massas desconfortáveis: não poder controlar, não poder explicar, não encontrar um sentido predeterminado, único e universal para a vida. Porém, após escrever esse texto, uma única coisa me vem à cabeça: a pergunta sobre o sentido da vida, ansiosa pela resposta de que haveria uma “missão” para cada um de nós, já é a indagação de quem não quer ouvir outra resposta que não esta mesma, a da “missão”.

A terceira resposta, no início do texto, diz o seguinte: o sentido da vida é uma construção eminentemente individual. Cada um dá o sentido que lhe cabe. A concepção de qual é a finalidade da vida irá variar de pessoa para pessoa (ou de grupos para grupos de pessoas) segundo as circunstâncias, possibilidades, concepções, costumes e sonhos de cada um. Assim, o sentido não é universal, mas particular. Não é dado, e sim construído.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Onde na minha vida, eu preciso ter compromisso?

Para começar, compromisso para mim significa OBRIGAÇÃO, RESPEITO, COMPREENSÃO. Muitas vezes na vida pensamos ter uma rotina compassiva, organizada, relacionar um horário para tudo; o respeito é um diálogo incondicional na vida do ser humano; a compreensão é indispensável, precisamos ter compreensão para desfrutar o amanhã. E para finalizar a obrigação é outro item indispensável na vida, eu termino com outra pergunta: “Para você, o que é o sabor da vida?




terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Para você, o que é a memória?

     Para mim, a memória é um poço escuro; a memória é um poço sem fundo; a memória não tem lanterna; a luz está no fundo da memória; e o fundo da memória é uma carlhodisse!!
E para você, o que é a memória??